quinta-feira, 23 de abril de 2009

***Câncer de fígado***


Câncer de Fígado
O câncer de fígado é dividido em duas categorias: o primário do fígado e o secundário, ou metastático (originado em outro órgão e que atinge também o fígado). O termo "primário do fígado" é usado nos tumores originados no fígado, como o hepatocarcinoma ou carcinoma hepatocelular (tumor maligno primário mais freqüente que ocorre em mais de 80% dos casos), o colangiocarcinoma (que acomete os ductos biliares dentro do fígado), angiossarcoma (tumor do vaso sangüíneo) e, na criança, o hepatoblastoma.Apesar de não estar entre as neoplasias mais prevalentes, o câncer hepatobiliar requer alta complexidade no seu diagnóstico e proficiência no tratamento. Porém, de acordo com os dados consolidados sobre mortalidade por câncer no Brasil em 1999, o câncer de fígado e vias biliares ocupava a sétima posição, sendo responsável por 4.682 óbitos.



Epidemiologia HepatocarcinomaO hepatocarcinoma não consta no Brasil entre os dez mais incidentes, segundo dados obtidos dos Registros de Base Populacional existentes. Sua taxa de incidência padronizada por 100 mil habitantes variava de 1,07 em Belém, em 1988, a 9,34, em Porto Alegre, em 1991 em homens; em mulheres de 0,28, em Belém, em 1988, a 7,04 em Goiânia em 1990.
Fig. 1
O sudeste da Ásia, Japão e África do Sul apresentam uma incidência particularmente alta de carcinoma hepatocelular, enquanto que nos Estados Unidos, Grã Bretanha e região norte da Europa é raro encontrar este tipo histológico de tumor, observando-se taxas inferiores a 1 por cada 100 mil habitantes.


O carcinoma hepatocelular (fig.1, fig.2, fig.3) ocorre em uma frequência três vezes maior em homens do que em mulheres. A faixa etária, com maior predomínio nos Estados Unidos e Europa, está localizada entre a 6ª e 7ª década, enquanto que, nas áreas de grande incidência, o tumor ocorre em pacientes mais jovens, entre a 3ª e 5ª década. A forma fibrolamelar do carcinoma hepatocelular acomete pacientes mais jovens (5-35 anos) e, quando ressecável, o seu prognóstico é tido por alguns como melhor em comparação com os outros hepatocarcinomas.Colangiocarcinoma O colangiocarcinoma (fig.4, fig.5) é responsável por 5% dos casos de tumor primário do fígado e ocorre geralmente entre a 6ª e 7ª década de vida.








Metástases Hepáticas Estudos de necrópsia mostraram que pacientes que morrem de alguma forma de câncer podem apresentar metástase para o fígado em até 35% das vezes durante o curso da doença. Os tipos que mais dão metástase para o fígado são: o carcinoma do pâncreas, o carcinoma colo-retal, o carcinoma de estômago, o carcinoma da mama, o carcinoma do esôfago, o carcinoma do pulmão e o tumor carcinóide. Estima-se que 23% dos casos novos de pacientes com câncer colo-retal apresentem-se já com metástase hepática isolada. Estes casos são tratáveis com cirurgia e a cura pode ser obtida com sobrevida de até 5 anos em até 30% dos casos.












Fatores de risco HepatocarcinomaCerca de 50% dos pacientes com carcinoma hepatocelular apresentam cirrose hepática, que pode estar associada ao alcoolismo ou hepatite crônica, cujo fator etiológico predominante é a infecção pelo vírus da hepatite B e C, que estão relacionados ao desenvolvimento de câncer de fígado.
Em áreas endêmicas, a esquistossomose é considerada fator de risco. Atenção especial deve ser dada à ingestão de grãos e cereais. Quando armazenados em locais inadequados e úmidos, esses alimentos podem ser contaminados pelo fungo aspergillus flavus, que produz a aflatoxina, substância cancerígena ligada ao Hepatocarcinoma, além de doenças relacionadas com o depósito de ferro no fígado. O tempo de vida após o diagnóstico de um paciente com o hepatocarcinoma clinicamente detectável é extremamente curto. Assim considerando, o índice de incidência passa a ser equivalente ao de mortalidade.
O hepatocarcinoma possui a possibilidade de prevenção, sendo essa classificada em primária e secundária. A prevenção primária é baseada principalmente no interrompimento da transmissão do vírus da hepatite B, através da utilização de vacinas. A prevenção secundária depende da detecção precoce do tumor, constando da remoção cirúrgica quando o tumor ainda não produziu repercussão clínica, mas já foi detectado pela dosagem no sangue de um marcador tumoral chamado alfafeto-proteína, que é uma substância produzida em 40% a 70% dos fígados acometidos pelo câncer, mas não pelo fígado normal.
Colangiocarcinoma O colangiocarcinoma está relacionado com afecções inflamatórias das vias biliares, principalmente com a infestação por um trematódio (clonorchis sinensis), bastante freqüente nos países asiáticos e africanos, entre outros fatores, alguns desconhecidos. Angiosarcoma O potencial carcinogênico das substâncias químicas como o cloreto de vinil, os arsenicais inorgânicos e o Thorotraste (solução de dioxido de tório) está associado ao angiossarcoma.Manifestações Clínicas Hepatocarcinoma Os sinais e sintomas dos pacientes com o carcinoma hepatocelular são: dor abdominal (40 a 60%), massa abdominal, distensão (30 a 40%), anorexia, mal-estar, icterícia e ascite (20%). Alguns pacientes poderão evoluir com ruptura espontânea do tumor, caracterizada por dor súbita no hipocôndrio direito de forte intensidade, seguida de choque hipovolêmico por sangramento intra-abdominal.Diagnóstico Hepatocarcinoma Chama muita atenção no diagnóstico do câncer do fígado o pequeno tempo de evolução, ou seja, o paciente apresenta uma doença geralmente muito avançada ao diagnóstico com um tempo de evolução da sintomatologia muito curto. O tempo que o tumor leva para duplicar o volume de massa tumoral é muito curto em comparação com outros tumores, sendo em média de 4 meses no hepatocarcinoma.
A maioria dos pacientes apresenta alguma anormalidade dos níveis das bilirrubinas, fosfatase alcalina e transaminases. Em pacientes sabidamente cirróticos, o aumento brusco da fosfatase alcalina, seguida de pequena elevação das bilirrubinas e transaminases, é sugestivo de malignidade. A alfafetoproteína sérica se apresenta elevada em 75% a 90% dos pacientes com carcinoma hepatocelular. O tipo fibrolamelar não está associado a altos níveis deste marcador.
Nos pacientes de alto risco, a identificação precoce do carcinoma hepatocelular poderá ser realizada facilmente através da dosagem de alfafetoproteína sérica e ultrassonografia hepática. A exatidão da ultrassonografia na identificação de pequenos tumores aumentou de 25% para 90% nos últimos 10 anos.
Metástases Hepáticas Nos tumores metastáticos colo-retais, pode-se notar em geral um aumento exacerbado da dosagem do antígeno carcinoembrionario (CEA).
Diagnóstico por Imagem A tomografia computadorizada, quando realizada com contraste endovenoso dinâmico, isto é, com cortes sem contraste, com contraste no tempo arterial, portal e supra-hepático, consegue identificar lesões neoplásicas do fígado com exatidão de 75% a 90%. Porém, lesões menores do que 3 cm têm a sua detecção prejudicada devido à isodensidade do parênquima hepático normal.
O exame através da Ressonância Nuclear Magnética (RNM) não apresenta grande diferença em relação ao estudo pela Tomografia Computadorizada, quanto à capacidade de identificar os tumores hepáticos primários ou metastáticos. Este exame pode definir um pouco melhor a extensão do tumor nos pacientes com cirrose hepática, assim como demonstrar os vasos principais sem a necessidade de administração de contraste venoso e diferenciar lesões císticas.
A laparoscopia permite uma visualização direta e a biópsia do tumor, além de avaliar a presença ou ausência de disseminação peritoneal. Sua eficácia aumenta quando associada à ultrassonografia videolaparoscópica, aumentando o índice de ressecabilidade dos pacientes selecionados para a laparotomia.
A colangioressonância, a colangiotomografia, a colangiografia endoscópica retrógrada ou percutânea transhepática podem ser úteis no diagnóstico e no planejamento do tratamento dos tumores, principalmente das vias biliares.
Tratamento Cirúrgico
O tratamento cirúrgico é o mais indicado nos tumores hepáticos primários, na ausência de metástases à distância e nos tumores hepáticos metastáticos em que a lesão primária foi ressecada ou é passível de ser ressecada de maneira curativa. A eficácia e segurança na ressecção hepática são fundamentadas no conhecimento da anatomia e compreensão da fisiologia do fígado. A indicação de uma cirurgia de ressecção hepática dependerá do estado clínico do paciente e da quantidade prevista de parênquima hepático restante, que deve ser em torno de 10% do peso corporal. Nos pacientes cirróticos, somente os com a classificação de Child A (cirrose inicial) são candidatos a ressecção hepática segura.
Ultrassonografia intra-operatória

Em estudos realizados por Hughes a única contra-indicação absoluta para a ressecção da doença metastática hepática é a impossibilidade de uma garantia de margem de ressecção livre de doença, presença de comprometimento linfonodal e/ou impossibilidade da ressecção da lesão primária. A ultrassonografia intra-operatória tem auxiliado muito na correta indicação cirúrgica, proporcionando a identificação de novos achados em 42% dos pacientes submetidos à hepatectomia.







Nos últimos anos, o INCA vem incorporando novas práticas, tendo aumentado o número de casos de adultos tratados em 300%, com resultados significativos na redução da morbidade (17,5%) e mortalidade (5,2%) por este tipo de câncer. A adoção da embolização portal, que gera um aumento do fígado sadio, a segmentectomia anatômica, preservando mais figado, radioablação destruição dos tumores pelo calor e a re-ressecção (ressecções repetidas) têm contribuído para este avanço técnico-científico. O INCA foi inclusive o primeiro centro público da América Latina a utilizar crioterapia (destruição tumoral pelo frio) na cirurgia hepática.

























  1. Radioablação








Métodos de controle da perda sanguínea intra-operatória Pode-se diminuir a necessidade de hemotransfusão durante a ressecção hepática utilizando técnicas de exclusão vascular, hipotermia, hipotensão controlada, aspiração ultrassônica, coagulação com argônio ou simplesmente atendo às técnicas convencionais de ressecção.






















Tratamento Adjuntivo A radioterapia nos tumores hepáticos é limitada pela baixa tolerância do parênquima hepático à radiação. A dose tolerada fica abaixo da necessária para uma efetiva ação antitumoral e controle da lesão, mas acarreta alívio temporário de sintomatologia. É necessário avaliar os riscos de lesão do parênquima hepático normal, limitando muito o emprego desta terapêutica.
A droga mais ativa até o momento (quimioterapia) é a Doxorubicina, para o tratamento de tumores primários e as taxas de resposta giram em torno de 10%. O 5-fluoracil, por via sistêmica é a droga mais comumente utilizada de forma isolada ou em associação com o ácido fólico e a Oxiplatina no tratamento de doença colo-retal metastática com respostas em torno de 20% a 30%. A quimioterapia intra-arterial hepática possibilita maior concentração da droga no fígado com menor efeito tóxico sistêmico. Por esta via, o Floxuridine (FUDR) tem sido a droga mais empregada no tratamento do câncer colo-retal metastático para o fígado.
Na quimioembolização emprega-se a combinação de drogas e partículas de gel insolúvel (ex: cisplatinum e lipiodol e espongel), que são infundidas até que haja uma estagnação do fluxo arterial para o tumor, determinando um aumento da concentração local da droga com simultânea isquemia e necrose.


Link para essa postagem


Leia mais...

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Combate ao Câncer do Intestino Grosso

O câncer de intestino, doença que acomete em sua maioria pessoas que já passaram dos 50, está sendo detectado com mais freqüência nos últimos anos. Para esclarecer a enfermidade, conversamos com o Dr. Álvaro Lins, Chefe do Serviço de Colo-Proctologia do Hospital Universitário Prof. Alberto Antunes.

O que é o Câncer do Intestino?
O câncer do intestino grosso, chamado também de tumor do cólon e do reto ou colorretal, é uma doença que pode e deve ser evitada. Trata-se de um dos tumores mais freqüentes entre homens e mulheres no mundo ocidental.
É o quinto câncer mais diagnosticado no Brasil, e o segundo na região sudeste. Quando descoberto tardiamente pode ser fatal. Quase metade dos pacientes com este câncer ainda morre em menos de 05 anos após tratamento. Por isso é tão importante a sua detecção precoce, quando a possibilidade de cura é grande. Quando detectado no começo, a sobrevida ultrapassa 90%.


O que é detecção precoce?
É encontrar o câncer do intestino em uma fase bastante inicial, quando pode ser curado através de cirurgia. Em casos mais avançados ainda há possibilidade de cura, porém tornam-se necessárias operações maiores e associação de quimioterapia e/ou radioterapia.

Como evitar o aparecimento do câncer do intestino?
O câncer do intestino grosso (cólon e reto) é facilmente evitável. Quase sempre ele se inicia através de um pólipo que cresce na parede do intestino e que pode se transformar em câncer com o tempo. Quando esse pólipo é retirado durante um exame de colonoscopia, está se impedindo que ele se transforme em câncer, sem necessidade de cirurgia.

O que são pólipos?
Pólipos são lesões benignas que se desenvolvem na mucosa (superfície interna) do intestino grosso de algumas pessoas. Geralmente não apresentam sintomas, e só são descobertos quando é realizado exame de colonoscopia ou Raio X do intestino (chamado de enema opaco). Através da colonoscopia, o pólipo pode ser retirado e examinado para saber se já se transformou em câncer.

Quem pode ter pólipos?
Qualquer pessoa pode ter pólipos ao longo da vida. Alguns jovens podem ter pólipos também e muitas vezes estes estão associados a doenças genéticas. Alguns hábitos podem facilitar o aparecimento de pólipo e de câncer: o fumo, o consumo de dieta rica em gorduras e pobre em fibras, ingestão freqüente de álcool e de alimentos com corantes artificiais.

Quais as situações de risco para o câncer do intestino?
Quando a idade ultrapassa a casa dos 50, qualquer pessoa fica mais sujeita ao aparecimento deste câncer. Algumas situações aumentam este risco: História pessoal ou familiar de pólipos benignos, câncer do intestino, retocolite ulcerativa ou Doença de Crohn de longa duração, câncer de mama, ovário ou útero. Alimentação e vida saudáveis são ótimos aliados na prevenção.

Quais os principais exames que podem ser feitos?
O exame mais importante para detecção precoce do câncer do intestino grosso, e sobretudo do reto, é o exame proctológico. Este exame consiste no toque retal e na retossigmoidoscopia que é o exame da parte mais baixa do intestino. Quando adequadamente realizado, grande número destes tumores pode ser identificado. O exame proctológico deve ser complementado nos indivíduos de risco, ou em todos com sintomas intestinais, pelo exame colonoscópico.

O que é colonoscopia?
É o exame por dentro de todo intestino com visão direta. Permite fazer coleta de material para biópsia ou a retirada de pólipos. O exame requer limpeza adequada dos intestinos e leve sedação anestésica.

O que é rastreamento?
É o conjunto de medidas tomadas para a identificação de pólipos ou de câncer precoce em indivíduos sem sintomas.

Quais são os sintomas do câncer do intestino?
Os tumores de intestino, em geral, crescem de forma silenciosa. Os sintomas só aparecem quando estão mais desenvolvidos. Geralmente, as condições apresentadas são: sangramento anal, sangue nas fezes, alteração do hábito intestinal (diarréia e prisão de ventre alternados), vontade freqüente de ir ao banheiro, sensação de evacuação incompleta (puxos), dor ou desconforto abdominal ou anal, fraqueza, anemia, sensação de gases ou distensão, perda de peso sem causa aparente.
Se você apresentar algum destes sintomas procure um médico imediatamente Note bem: nem todo sangramento pelo ânus é causado por hemorróidas. Hemorróidas não causam câncer, porém podem confundir o diagnóstico.

Como e quando se deve ser examinado?
Se você pertence ao grupo de risco normal (isto é, não tem os antecedentes já mencionados para câncer), só deve ser examinado a partir dos 50 anos, e fazer pesquisa de sangue oculto nas fezes, repetindo anualmente. Se o resultado for positivo, você deve consultar um médico especialista (colo-proctologista). A partir dos 60 anos, também é preciso realizar a colonoscopia (preferivelmente) ou o enema opaco, e repetir a cada 10 anos.
Se você pertence ao grupo de risco aumentado, isto é, quando tem antecedente pessoal ou familiar de câncer do intestino, deve iniciar o rastreamento aos 40 anos – ou antes – incluindo colonoscopia. O risco de câncer de intestino grosso é maior em quem tem histórico deste tumor na família.

O que se pode fazer para evitar o câncer do intestino grosso?
Além dos exames de rastreamento nas idades adequadas, alimentação e estilo de vida saudáveis são muito importantes. Algumas dicas: consuma boa quantidade de fibras, frutas e vegetais, e reduza a quantidade de gorduras, principalmente as de origem animal. É recomendado que você coma pelo menos 25 a 30g de fibras (02 colheres de sopa) e cerca de duas xícaras e meia de frutas/verduras ao dia. O uso de suplementos alimentares com fibras pode ajudá-lo a atingir esta meta. Não fumar e diminuir o consumo de álcool também é fundamental.


Link para essa postagem


Leia mais...

Câncer

O governo brasileiro mantém um portal, denominado CAPES, de acesso a diversos
periódicos científicos nacionais e internacionais, GRATUITAMENTE.
Através desse portal qualquer estudante universitário ou mesmo profissionais das
mais diversas áreas, seja de ECONOMIA, DIREITO, COMPUTAÇÃO, ENGENHARIAS
(praticamente todos os segmentos), ODONTOLOGIA, MEDICINA, etc. sem qualquer
custo adicional podem fazer pesquisas objetivando enriquecer suas monografias,
mestrado, doutorado ou qualquer trabalho escolar.
Sem esse portal, você teria que pagar em dólares cerca de $1,99 a $20, por cada
artigo pesquisado.
INFELIZMENTE, devido à baixa procura por este site e o alto custo de sua manutenção
pelo governo brasileiro, este poderá desativá-lo brevemente.
Realmente a procura é muito baixa para a amplitude a que se propõe, isto porque o
mesmo não é divulgado.

A maioria dos estudantes universitários brasileiros e estudiosos desconhecem a
existência deste portal que é uma fonte riquíssima de conhecimento científico.
Até hoje ele foi alvo de um seleto público, quando deveria estar no dia-a-dia das
faculdades brasileiras favorecendo a qualquer estudante nas suas pesquisas.
Para que o mesmo continue ativo, pedimos para que você divulgue para amigos
estudantes a nível superior e para formados até pós graduação.

O portal CAPES agradece : http://periodicos.capes.gov.br

--------------------------------------------------------------------------------

Tratamento de câncer - GRÁTIS
A equipe de Oncologia da Faculdade de Medicina do ABC informa que,
além do tratamento de todos os casos oncológicos inteiramente grátis,
estão comprotocolo novo para câncer de pulmão e mama, com novos medicamentos
que ainda não estão disponíveis no mercado e que estão dando uma nova perspectiva no
tratamento destas duas neoplasias.

Caso vocês conheçam alguém que tenha um destes dois tipos de tumores e queiram
fazer o uso deste novo protocolo, poderão indicar esta equipe, pois o tratamento,
além de gratuito e inédito, faz parte de projeto multicentrico mundial.
Obs: Atendem também outros tipos de Cancer.

Endereço: Centro de Pesquisa em Oncologia - Av. Príncipe de Gales, 821 - Santo André SP
(Prédio da Faculdade)
Fone: (11) 4993.5491 (MARCAR CONSULTA QUE LOGO SERÁ AGENDADA).
Repasse a tantos quanto você puder.
Só quem enfrenta problemas semelhantes sabe a importância de uma opção nova,
uma esperança nova.


Link para essa postagem


Leia mais...

 
Conheça meus templates
©2008 Julinha Lady'' Por Templates e Acessorios